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quarta-feira, 25 de julho de 2018

Conto - A viagem

A VIAGEM

Hoje iremos fazer uma viagem para uma cidadezinha afastada, quase esquecida no mundo, mas o lugar perfeito para muitas aventuras e lembranças memoráveis por toda a vida.
Marcamos o encontro no lugar de sempre. Eu estava lá, antes do horário combinado, pois não consigo controlar essa ansiedade que invade o meu corpo todo, provocando arrepios desde a minha nuca até a ponta do pé. Chegar antes me traz a sensação de que fico mais próxima Dele. Essa antecipação de sentidos e sentimentos fazem com que eu fique molhada... cheia de vontade... desejando a mão firme do Dono sobre esta que lhe pertence.
Não tenho ideia de onde iremos, mas tenho a certeza de que a viagem será maravilhosa. É um dia, no meio de um feriado prolongado... a cidade praticamente vazia.
Ele chega... fico ofegante só de olhar para sua cara de bravo.
Entro no carro. Ele cheira meu pescoço e elogia minha pontualidade. Que eu tenho que ser sempre assim. Nunca deixar o Dono esperando.
Ele envolve sua mão no meu pescoço e me puxa para Ele, com a seguinte ordem:
- Tire a calcinha e guarde ela no porta luvas.
Eu estava usando uma saia e fiz o que meu Senhor ordenou.
Quando fui guarda-la no porta luvas à minha frente, vi cordas, uma guia de corrente e uma toalhinha.
Eu olho para o Dono nessa hora e Ele dá um sorrisinho e diz:
- Já já você vai descobrir para o que  servirão, mas primeiro pegue a toalhinha e coloque embaixo da sua bunda. Não quero correr o risco de você molhar o banco do carro.
Eu pego a toalhinha logo e cumpro a ordem (já estava sentindo ficar molhada).
O Dono me conhece. Sabe que sou sua puta... que me excito com suas ordens... que desejo gozar.
Já fiquei a morder o meu lábio inferior, mas apenas em um dos lados. Antecipando um pouquinho da dor que me excita, que me causa prazer... um prazer que eu desconhecia que era capaz de sentir.
Minha respiração fica mais profunda com o pensar no que estaria reservado para mim.
Ele percebe minha expectativa e diz:
- Calma! Daqui a pouco você vai descobrir o que farei com isso...
Olho para Ele, na esperança de descobrir o que virá e Ele completa:
- ... e você. Você é minha e EU faço o que EU quero com você... e na hora em que EU quero.
Ele coloca sua mão entre as minhas coxas e descobre que estou molhada:
- Eu tinha certeza! Viu como te conheço? Tu é a minha cadela e fica no cio pro teu Dono.
Isso faz com que eu fique ainda mais excitada e transborde de desejo. O lado sádico Dele me fascina e me completa ao mesmo tempo. É uma mistura de prazer e medo, pois ainda não sei o que virá.
Pouco tempo se passou e paramos num posto de combustível:
- Vamos abastecer! Depois você vai no banheiro para se limpar, enquanto eu vou calibrar os pneus do carro.
Na volta do banheiro, encontro o carro do Dono com a porta do carona próximo à uma parede e Ele com a coleira numa mão e as cordas na outra:
- Sente no banco com as pernas para fora do carro!
Obedeço. Ele amarra meus tornozelos um no outros:
- Agora! Coloque as pernas dentro do carro!
Mais uma vez obedeço, sem discutir:
- Abra o porta luvas!
Abro e vejo o plug, enquanto Ele coloca a coleira em volta do meu pescoço, bem apertada:
- Vou te levar na rédea curta hoje! Agora pegue o plug! Já sabe o que fazer com ele.
Eu me ergo um pouco e coloco o plug bem devagar, já que não tinha lubrifucante dessa vez. Está difícil de entrar. Ainda mais por conta do frio do metal que faz meu corpo se contrair.
Nessa altura já estou melada novamente. Aproveito e passo o plug por ali, o que acaba facilitando que eu o introduza.
Ele olha para mim e pega a outra corda e amarra minhas mãos, deixando uma ponta de corda sobrando:
- Deixe as mãos para baixo. Não vamos chamar atenção!
O Dono dá a volta no carro, entra e senta:
- Já sabe que vai sofrer né? Mas eu sei que minha cadelinha gosta disso! E como estaremos na estrada... ninguém vai nos ver.
Voltamos a viajar e já à poucos metros do posto Ele passa a ponta da corda por baixo de sua coxa esquerda e a prende com o seu corpo, deixando minhas mãos bem no meio de suas pernas:
- Pode brincar com teu osso cadelinha!
Nessa hora já começo a sentir os primeiros tremores  do meu corpo:
- Hoje você vai poder gozar até gritar! Ninguém,  além de mim, vai te ouvir! Só uma coisa: não pode puxar a corda!
Começo a acariciar o Dono, com dificuldade pois minhas duas mãos estão presas juntas. Sinto o Dono "crescer" e junto vem mais tremores em meu corpo todo.
Fico louca pra gozar:
- Ainda não! Primeiro abra meu cinto e minha calça!
O Dono retira a corda debaixo de sua coxa, o que facilita a minha tarefa, mas não muito.
Ele coloca seu pênis para fora da calça e volta com a corda para debaixo de sua coxa, deixando minhas mãos sobre ele.
Novamente acaricio e logo fico cheia de vontade de gozar e mais uma vez sinto o gozo chegando.
Ele me da um tapa:
- Não! Ainda não. Hoje você vai aprender a se comportar usando esse plug.
Eu fico ali, sentindo toda a dureza de meu Dono e a pressão do plug contra o banco do carro.
O Dono percebe que eu estou me mordendo e fechando os olhos... de pronto pega a guia e prende na coleira, me puxando para junto Dele. Nessa hora a ponta dos meus pés não tocam mais o chão:
- Tu é minha cadela e vai me obedecer! Não quero que você goze... ainda!
Respiro fundo e tento me conter... é difícil mas consigo.
Continuo a acariciar seu pênis e ele está tão duro... sinto ele pulsar com os os meus dedos.
Também sinto o carro diminuir a velocidade, até  que o Dono para no acostamento. Solta novamente a ponta da corda e coloca minhas mãos para a frente do meu corpo.
Rapidamente puxa a guia da coleira, fazendo com que minha boca ficasse preenchida pelo osso:
- Minha cadela! Vou te dar o que você quer. Toma teu osso e agora já pode gozar... todas as vezes que você tiver vontade.
Começo a lamber, cheirar e finalmente a chupar... e já vem o orgasmo que me faz gemer com o seu pênis em minha boca. Meu corpo treme... o coração acelera...
Não consigo mexer os pés, pois estão presos assim como as mãos, o que faz com que meus ombros e coxas se mexam nessa hora.
O Dono pega firme na corrente e dita o ritmo dali pra frente. Sinto ele todo dentro de mim... e quando parece que não consigo mais respirar, o Dono me puxa para cima, junto Dele:
- Tu é minha! De mais ninguém! Ninguém nunca lhe deu prazer assim como eu te dou, porque tu não pertence a ninguém além de mim. Tava me esperando pra eu te adestrar.
Sinto novamente  que vou gozar e o Dono me coloca para baixo e aumenta o ritmo e a profundidade. Sinto ele pulsando dentro de mim. Ele goza e eu também. Juntos chegamos nesse mundo onde nos conectamos dessa forma tão forte e intensa.
... e olha que é só o início da viagem...

Nosso reencontro

Hoje nos reencontramos após mais de um ano sem nos vermos. Seguimos amigos durante esse tempo (o que eu acredito que deveria acontecer em to...