Como sou grata
pelo Dono de mim.
Recebi vários
presentes Dele e de uma forma surpreendente. Não imaginava que eu pudesse vê-lo
naquele dia... eu estava morrendo de saudades Dele... Ele sabia desse meu
sentimento... Ele me conhece bem... mas eu também o conheço bem e sabia que
nosso encontro não foi possível por causas alheias às nossas vontades.
Quando meu
telefone tocou, pensei que fosse mais um serviço de telemarketing, que a todo
instante liga. Foi uma agradável surpresa ver Ele me chamando... eu estava
deitada e dei um pulo quando percebi que era Ele... meu Dono... meu Senhor...
meu coração disparou e eu fiquei toda arrepiada ao ouvir a sua voz. A voz do
Dele não fala só com meus ouvidos... fala com todo o meu corpo, que fica em
prontidão para ouvir o que Ele tem a me dizer... para ouvir suas ordens... para
ficar feliz de ouvir essa voz que tanto mexe comigo. Só a voz de Dom Enriko me
desperta desse jeito.
E como se não bastasse
o presente de ouvir sua voz, Ele me diz que estava vindo me ver. Nossa...
entrei em estado de euforia e ansiedade. O canil não estava arrumadinho para recebe-lo.
Tinham algumas coisas espelhadas e eu comecei a arrumar (realmente eu tenho que
me policiar mais quanto a isso “se retirar algo do lugar, guardar logo após
usar”).
Pouco tempo
depois Ele me liga e diz que já está chegando. Ai meu Deus... Nem banho tinha
tomado... me vesti, calcei meus sapatos e dei uma arrumada no cabelo (porque
estavam enormes... esses meus cabelos cacheados que só baixam com água e
creminhos).
Desci... e como
chovia... Entrei correndo no seu carro, mas não só para fugir da chuva... mas
para ficar perto daquele à quem pertenço. Ficar ao lado do Dono é recompensador
para mim. A minha vontade era de pular em cima Dele... eu tenho esses
pensamentos de brat, mas chega na hora a sub fala mais alto e eu fico ali...
quietinha... só querendo obedecer ao Dono.
Fomos no
supermercado fazer compras porque o Dono iria fazer o jantar para nós... eu me
sentia como uma criança que sabia que iria ganhar um presente. Eu vibrava por
dentro com essa expectativa. Nem acreditava que aquilo estava mesmo acontecendo.
Já de volta ao
canil do Dono, iniciou-se os preparativos do meu presente. Nunca antes, alguém havia
cozinhado para mim... nunca ninguém antes havia usado a cozinha daquele
apartamento, a não ser eu mesma.
O Dono me deu
algumas tarefas para ajuda-lo e num determinado momento eu cortei meu dedo...
não... não foi cortando nem tomate e nem cebola... foi ao abrir um potinho de
tempero... me cortei com a tampa... claro que não podia ser um “corte normal”
de qualquer cozinha... tenho que ser sempre diferente...
O Dono me mandou
sentar... e eu ali querendo ver Ele, mas toda vez que a TV ficava com alguma área
escura, eu podia ver o seu reflexo nela. Ele veio me dar uma provinha pra ver o
que eu achava do sal e já me avisou “cuidado, está quente”... eu mereço... o que
esperar de alguém que se corta ao abrir um potinho? Sei que Ele foi cuidadoso
comigo. Ele colocou a colher na minha boca e o gosto estava muito bom... os
sabores combinados... Eu considero cozinhar uma alquimia. Gosto de testar
sabores novos e pelo que pude perceber, o Dono também gosta.
Ele retira seu
casaco dizendo que está quente... dali a pouco aparece o seu jeans no sofá...
ai não tem jeito... começo a olhar para Ele na cozinha... não consegui resistir
e já comecei a me morder olhando para o Dono, ali, preparando o nosso jantar, o
meu presente (eu sei que Ele estava muito cansado... o que valoriza ainda mais
este ato Dele comigo).
Eu não contei
para Ele... mas fiquei molhada só de vê-lo ali... Nossa... Ele estava tão
sexy... eu observava a dobrinha da sua bunda mexer... arranjava pretextos para
ajudar, só pra roçar no corpo Dele.
Quando Ele me
colocou para cuidar da panela... eu ficava com um olho no peixe e o outro no
gato (no caso aqui, o peixe era o carreteiro e o gato era gato mesmo). Ele me
deixou ali um tempinho... o canil estava tomado daquele aroma e que logo se
transformaria em sabor... as janelas da cozinha embaçadas com o calor da comida
e das nossas vontades. Ele levanta e se coloca atrás de mim... sinto o seu
corpo... a sua respiração... fico entregue para fazer tudo o que Ele desejar...
Eu sou Dele... sinto um enorme prazer em ser Dele.
Ele vai para o
sofá e me manda sentar no chão. Sento, como sua cadelinha que sou... feliz de
estar aos pés do Dono e começa a me tocar e eu a me esfregar Nele... Nessa
provocação mútua... fico excitada e Ele percebe isso... Ele sempre percebe.
Me manda mais uma
vez ir cuidar da panela e Ele fica sentado no sofá. Percebo meu osso ali dentro
da sua cueca branca... duro... e eu ali sedenta de vontade Dele... é como se
fossemos interligados... Dono me chama e
me deixa brincar com o osso... e como eu gosto disso... de sentir ele dentro de
mim... de brincar... numa mistura de brincadeira, excitação e prazer... até que
o Dono decide que é hora de saciar a sede de sua cadelinha e me deixa cheia de
seu cheiro e de seu gosto.
Também houve um
momento em que o Dono me colocou sobre o braço do sofá, me deixando sentir o
seu cheiro... o cheiro do Dono de mim... cheiro que me leva à loucura e me
deixa transbordando de desejo por ficar marcada Dele. Dono começou a deixar também
o peso da sua mão sobre a minha pele, numa alternância de provocações e
pequenas pausas para cuidar do nosso jantar. Nesse momentos de pausa, eu sentia
a vontade incontrolável dentro de mim, que crescia ainda mais... e o que dizer
de suas provocações comigo, com movimentos sugestivos que faziam a minha cabeça
voar, que fazem eu me entregar por inteira para o Senhor de mim...
Absolutamente não sou mais dona de minhas vontades. Me sinto plena servindo ao
Senhor... me sinto livre estando presa à Ele.
Obrigada Dom
Enriko... do fundo do meu coração.
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