Dono veio ver sua cadelinha pela primeira vez nesse novo ano. Eu estava cheia de saudades da sua voz... do calor... de sentir sua respiração... do seu cheiro... do toque, que transita entre leve, pesado e quente.
Sei que Ele também estava com saudades de mim, de ter-me aos seus pés e feliz por ser Dele do jeito que Ele quer.
E para comemorar tantas coisas boas que o novo ano nos reserva, Dono resolveu fazer um bolo de cacau 😁. Adoro a sua criatividade e a forma como as coisas acontecem e evoluem, gradativamente e cada vez com mais intensidade ainda.
Dono usou um batedor de claras de tamanho pequeno, ao qual eu fui encarregada de lubrificá-lo, enquanto o Dono me batia na bunda. Aqui, fiquei pensando o quanto de tempo levaria para eu concluir a tarefa... uma maneira interessante de explorar os limites, sem a necessidade de usar exatamente a safe... bastou apresentar a conclusão desta ao Dono.
Foi então que Ele mandou que eu deitasse na cama e que eu mesma introduzisse o novo brinquedo em minha vagina. Ordem que não foi fácil, dada a diferença de largura das parte a se encaixarem. Consegui introduzir parte somente quando apertei as alças do fouet para que ficasse mais estreito. Inicialmente só senti a dor pela dificuldade de introduzir o instrumento, mas para uma masoka, a dor é estímulo para o prazer e logo eu já estava gemendo.
Confesso que a pura introdução do fouet não me causou o prazer que eu imaginava (acredito que pela pequena superfície de contato do fouet com a minha vagina). Eu estava com um travesseiro, só colocado sobre a minha cabeça, mas daí veio uma combinação de percepções. Minha respiração ficou mais pesada, parecendo que o travesseiro tinha aumentado de peso para dificultar o respirar e nesse exato instante, Dono começou a girar e dar batidas no fouet que estava dentro de mim. Isso criou ondas que percorreram todo o meu corpo. Elas nem cessavam e lá vinha outra com as batidas repetidas no brinquedo. Isso tudo fazia uma espécie de melodia entre batidas, gemidos e respiração ofegante... até que meu corpo não aguentou mais e se curvou de prazer e acabou descobrindo as mais diversas variações desse sentir... desse estremecer... desse vibrar...
Um mundo de possibilidades se apresenta quando estou nas mãos do Dono... na sua condução de minhas vontades.
Claro que não poderia faltar de eu sentir o peso da mão do Dono... para Ele mostrar o tamanho da saudade que ele sentiu dessa sua puta. Essa mão vai ficando mais pesada... mais forte a cada novo reencontro nosso. A sua mão vai se fundindo à minha pele, pois ali é a sua estrada e cada vez mais Ele explora esse desenho... faz novas rotas... mas o destino final é sempre a satisfação de nossos desejos, até os mais secretos... aqueles que nem descobrimos ainda.
Em determinado momento senti encostar no vermelho, na safe (que eu até me questiono se de fato encostou). Eu sempre desejo ir além, de me desafiar, que sou capaz de ir mais longe. Eu chorei desta vez... aquele choro com vontade... Acredito que tenha sido exatamente por ter conseguido superar mais um degrau da dor e me aprofundar ainda mais como a masoka que sou... que se redescobre a cada nova sessão. Comparo à um atleta que se dedica, sente dor e continua para se superar e quando consegue fazer isso, cai ao chão, em choro. Não é um choro de tristeza ou pela dor, mas pela superação de si mesmo, de perceber que somos capazes e que podemos sempre ir além.
Obrigada Dono.
Prazer, sou a cacau de Dom Enriko e este é meu blog, onde compartilho algumas de minhas experiências e iniciação como submissa de meu Senhor
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019
quarta-feira, 2 de janeiro de 2019
Perder o chão é poder voar
Dono veio ver sua cadelinha, para iniciar 2019 com a mão direita (e a esquerda também 😁). Ele me pediu para escolher dois brinquedos, com exceção das colheres e velas. Nossa... quanta indecisão dentro de mim. Na verdade, queria todos os brinquedos. Como é difícil escolher o que será usado para o spank. Cheguei a cogitar em escolher a régua, só pra ver se conseguiria descobrir se ela iria quebrar 😊. Eu realmente gosto de me desafiar, ver até onde consigo ir... acho que estou me tornando uma masoka insaciável... Acabei ficando com um garfo de madeira e um tipo de chibata de equitação.
Eu estava cheia de saudades do Dono... uma vontade crescente de estar sempre aos seus pés, lhe servindo e fazendo todas as suas vontades. Era uma tarde escaldante, mas ela iria ficar ainda mais quente para mim...
Dono também é meu amigo... temos uma relação de convívio... para além de puramente sessões, mas nunca penso ou pensei Nele de outra forma que não seja como Dono de mim.
E foi nesse dia que Ele me mostrou que poderia me deixar flutuando. Ele me vendou e depois perguntou se eu confiava Nele. Só depois da minha confirmação, começou a me girar para vários lados e com velocidades variadas. Me deixei levar, não ofereci nenhuma resistência (e olha que isso é novo pra mim, pois eu sempre conduzi os homens em momentos de dança).
Por alguns momentos eu ficava tonta, embriagada por Ele... por me perceber ali, entregue e confiando, literalmente, cegamente Nele. Nas vezes que senti que poderia cair, Ele vinha com sua mão e me segurava. Realmente eu estava segura. Eu sempre confiei Nele, mas naquele instante eu pude sentir isso de uma forma mais física e concreta.
Me senti flutuar... voar com o Dono junto de mim. Sou livre estando presa à Ele. Sei que é controverso, mas só quem já passou por isso é capaz de entender esses meus sentimentos contraditórios.
Parecia a "multiplicação do Dono" 😄. Quando eu pensava que Ele estava em um lugar, eu o sentia do outro. Era como se Ele estivesse em toda a parte.
E, foi tomada por tudo isso dentro de mim, que o Dono iniciou a sessão de spank. Sempre é diferente... ainda mais quando se soma a criatividade do Dono. Eu usava a gag... eu considero que demoro muito, mais depois que começa à escorrer... não para mais...
Dono consegue transformar apenas dois acessórios em muitas sensações... aproveita ambos os lados e até mesmo a cordinha que serve para pendurá-lo ou prendê-lo na mão... tudo vira mais um brinquedo, mais uma possibilidade para Ele (e para mim também).
Pode parecer estranho para alguns, que o spank cause prazer, em um determinado ponto. Eu mesma pensava assim e até era descrente quando lia relatos que afirmavam o prazer pela dor.
Me senti encharcada, com as pernas molhadas e logo na sequência eu não sentia mais a dor... Sentia o impacto, mas nadinha de dor naquela hora. Acredito que seja um tipo de orgasmo ou gozo diferente, porque o corpo muda nessa hora e logo depois vem uma sensação de relaxamento... de plenitude... que não existe mais nada ali, além de nós dois.
Existe um sorriso que mora dentro de mim e que aparece nessa hora. Faz questão de se mostrar pro Dono. Para Ele saber que sua cadelinha é feliz na sua mão, que só é completa assim... que por mais que tenha minhas vontades e desejos, essa completude só vem assim, quando estou entregue à Ele, sendo aquilo que Ele deseja de mim.
Sou tua por inteiro, desse jeito implacável... inimaginável... mas real... muito real.
Obrigada Dono, por me dar assas para que eu possa voar.
Eu estava cheia de saudades do Dono... uma vontade crescente de estar sempre aos seus pés, lhe servindo e fazendo todas as suas vontades. Era uma tarde escaldante, mas ela iria ficar ainda mais quente para mim...
Dono também é meu amigo... temos uma relação de convívio... para além de puramente sessões, mas nunca penso ou pensei Nele de outra forma que não seja como Dono de mim.
E foi nesse dia que Ele me mostrou que poderia me deixar flutuando. Ele me vendou e depois perguntou se eu confiava Nele. Só depois da minha confirmação, começou a me girar para vários lados e com velocidades variadas. Me deixei levar, não ofereci nenhuma resistência (e olha que isso é novo pra mim, pois eu sempre conduzi os homens em momentos de dança).
Por alguns momentos eu ficava tonta, embriagada por Ele... por me perceber ali, entregue e confiando, literalmente, cegamente Nele. Nas vezes que senti que poderia cair, Ele vinha com sua mão e me segurava. Realmente eu estava segura. Eu sempre confiei Nele, mas naquele instante eu pude sentir isso de uma forma mais física e concreta.
Me senti flutuar... voar com o Dono junto de mim. Sou livre estando presa à Ele. Sei que é controverso, mas só quem já passou por isso é capaz de entender esses meus sentimentos contraditórios.
Parecia a "multiplicação do Dono" 😄. Quando eu pensava que Ele estava em um lugar, eu o sentia do outro. Era como se Ele estivesse em toda a parte.
E, foi tomada por tudo isso dentro de mim, que o Dono iniciou a sessão de spank. Sempre é diferente... ainda mais quando se soma a criatividade do Dono. Eu usava a gag... eu considero que demoro muito, mais depois que começa à escorrer... não para mais...
Dono consegue transformar apenas dois acessórios em muitas sensações... aproveita ambos os lados e até mesmo a cordinha que serve para pendurá-lo ou prendê-lo na mão... tudo vira mais um brinquedo, mais uma possibilidade para Ele (e para mim também).
Pode parecer estranho para alguns, que o spank cause prazer, em um determinado ponto. Eu mesma pensava assim e até era descrente quando lia relatos que afirmavam o prazer pela dor.
Me senti encharcada, com as pernas molhadas e logo na sequência eu não sentia mais a dor... Sentia o impacto, mas nadinha de dor naquela hora. Acredito que seja um tipo de orgasmo ou gozo diferente, porque o corpo muda nessa hora e logo depois vem uma sensação de relaxamento... de plenitude... que não existe mais nada ali, além de nós dois.
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