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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

A bebê do Dono

     Eu sempre tenho esperanças que Dom Enriko venha visitar sua serva, já que ele tem a chave da minha cela... me sinto assim... presa por Ele e para Ele. Mas é uma prissão voluntária, onde eu realmente estou entregue à Ele, no sentindo mais amplo que essa entrega possa ter.
     Eu havia tido um sonho com meu Dono... sonhei que ele chegava e eu não estava pronta para servi-lo. Acordei de sobressalto e com o corpo todo suado, coração disparado e claro, com a minha boca seca de vontade Dele. Vi que ainda era cedo e como não tinha nenhum compromisso hoje, resolvi ficar pronta para o caso de Dom Enriko me presentear com sua presença.
     Pensei bastante e acabei decidindo me vestir como sua bebê. Teve uma vez que ele me chamou assim... e eu gostei muito disso. Vesti um pijaminha de florzinhas que eu tinha, meias soquete até a altura do joelho e uma calcinha com estampa de coraçõezinhos e gatinhos que comprei especialmente para usar com meu Dono. Me fiz duas marias chiquinas e comecei minha rotina dentro de casa (que também é minha cela, nossa masmorra e o canil).
     Arrumei algumas coisinhas dentro de casa (ainda estou em fase de arrumação da bagunça, por conta da mudança de endereço), mas está bem habitável, apesar de me faltarem algumas coisas e de alguns contratempos que fazem parte natural desse processo... e que no final rendem boas histórias no futuro.
   Terminado alguns afazeres, resolvi ir para a cama e escrever. Sempre gostei de ler, mas principalmente de escrever... na minha adolescência era ali que eu liberava toda a minha imaginação, era como se eu libertasse a minha mente e ela pudesse voar. Uma vez eu escrevi uma história com direito a ilustração e tudo. Fiz cópia e entreguei para os meus melhores amigos da época da escola. Lembro que eles gostaram de lê-la... Mas saindo da sessão nostalgia e voltando ao meu Senhor...
     Eu estava escrevendo sobre como foi a decisão da minha mudança de endereço, quando a porta do apartamento se abre e deixa entrar aquele quem eu mais desejo aqui comigo... tanto que chego a sonhar com ele... Meu Dono me fez uma surpresa e veio me ver. Ele não havia me dito que viria... e eu, claro que fiquei muito feliz e contente em vê-lo diante de meus olhos, que eu poderia sentir mais uma vez seu calor, seu cheiro, sua mão e a sua vontade de mim... assim como a minha vontade Dele, que já estava na estratosfera naquele momento. Eu sempre desejo muito o meu Senhor e chego a beirar o ridículo quando já começo a sentir a sua falta, mesmo antes Dele ir embora.
    A nossa sessão foi diferente hoje. Eu nunca havia me vestido assim para encontra-lo. Foi um momento cheio de carinho e ternura (não me entendam mal, os outros também são repletos destes sentimentos, mas hoje foi diferente). Até a palmada que Ele me deu, foi diferente. Eu senti um Dono mais protetor ainda do que o de costume. Me senti de verdade sua bebê. Ele sempre me ensina o caminho que eu devo seguir e se eu faço algo errado ou piso fora da estrada, ele me chama a atenção... e eu fico muito mexida com isso (já até chorei uma vez... pois é... e nunca contei isso pra Ele... vai descobrir aqui pelo blog... mas não é porque escondo coisas Dele ou algo parecido, mas porque gosto de deixar algumas "novidades" para Ele ler aqui). E esse sentimento é na exata dimensão de quem faz alguma "arte" e precisa ser corrigida ou castigada. E isso não significa que Ele esteja sendo mau, bem pelo contrário, Ele está sendo bom (Ele é um ótimo Dono), fazendo com que eu permaneça junto, ao seu lado e fazendo seu bebê crescer de forma saudável e feliz (Ele é o meu primeiro Dono... mas sinto que será o único). 
     Nosso encontro hoje, fortaleceu esse sentimento que eu tenho para com meu Senhor. Eu senti que consegui avançar um pouco mais quando ganhei minha mamadeira... tanto que chegou a cair minha baba no chão do quarto e lágrimas saíram de meus olhos nessa hora (nem sei se meu Senhor percebeu, normalmente nada passa desapercebido do seu olhar). Mas eu não ganhei seu leitinho na boca dessa vez. Ele anunciou que iria colocá-lo na minha bunda. 
     Eu gozei duas vezes hoje, mas foi de uma forma tímida. Acredito que tenha sido pelo fato de eu me sentir realmente sua menina, sua bebê... que não me seria permitido gozar de forma intensa, justamente por conta dessa atmosfera que se criou. Mas não pensem que não foi... foi muito bom. E hoje, o timecare teve outra intensidade também. Eu senti mais o seu toque na minha pele... e também a sua pele através da ponta dos meus dedos. Consegui reparar em detalhes da anatomia dele, que eu ainda não tinha percebido, como as suas marquinhas no peito. Me enchi do seu cheiro, seu cheiro de macho e de Dono de mim.
     Eu sempre crio as minhas expectativas e eu curto muito isso. Já aprendi a não sofrer se elas não se realizam. Hoje, por exemplo, não se realizou uma "breve" expectativa que eu carrego comigo. Na realidade, superou... porque meu Dono gozou também na minha calcinha e isso acabou se transformando num presente para mim, pois pude guarda-la por um tempo e ainda poder sentir o cheiro de nós dois, que ficou impresso nela.

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