O ano estava acabando... e eu andava cheia de vontade de gozar (fazia bastante tempo que isso não acontecia, o que na verdade era uma novidade para mim, pois nunca tinha passado um dia sem sentir isso, fosse fazendo sexo ou me masturbando).
Eu estava na masmorra de Dom Enriko, à sua disposição e plena por me sentir assim: sua. Experimentei esse sentimento de estar ali para meu Dono, dormindo no chão, sem ter idéia de quando ele viria e se viria ao encontro dessa sua serva. Na noite anterior, eu escutei um barulho, que parecia ser de alguém colocando a chave na minha porta e pensei que pudesse ser ele (na verdade, eu torci para que fosse Ele), mas era só a minha enorme vontade Dele, me pregando uma peça.
Estávamos tentando realizar o encontro de minha possível irmã de coleira, mas estava difícil. Já era sábado e eu tinha que ir trabalhar naquela noite. Só podia ficar a disposição do Dono até no máximo umas 17h. Ah, Ele não interfere em minha vida em família e no meu trabalho, mas sempre quer estar informado do que acontece. Eu sinto prazer em fazer isso. Dele saber de todos os meus passos (claro que estes em especial, não necessitam de aprovação Dele).
Eu senti que meu Senhor tentou mais uma vez, concretizar nosso encontro à três, naquela manhã. Eu senti que isso não iria acontecer (pelo menos não naquele momento). Eu já estava conformada com o fato de não gozar antes da virada do ano, porque já estava um pouco tarde para nos encontrarmos, mais tarde do que o de costume. Eu aproveitava para falar com ele virtualmente e num dado momento, perguntei: Será que irei gozar ainda neste ano? Mas não tinha esperança de que isso fosse acontecer.
Eu estava só de blusa e calcinha, mas coloquei uma jeans calça e resolvi que iria escrever aqui no blog, sobre as sensações desse tempo que passei à disposição de meu Senhor. Em poucos minutos (pouquíssimos mesmo), escuto um barulho na fechadura. Mas não me animei muito, pois julguei ser minha mente me pregando mais uma peça e também tinha se passado muito pouco tempo desde que meu Dono parou de falar comigo.
Foi uma enorme surpresa vê-lo de pé na minha frente. Eu estava sentada no chão e com o notebook em cima do sofá. Me enchi de felicidade naquele instante. Levantei e ele me tomou como sua fazendo meus sentimentos todos galoparem dentro de mim, parecendo um estouro de uma tropa de cavalos selvagens.
Só o fato de vê-lo na minha frente já foi um presente para mim. Mas não seria só isso que meu Senhor iria me dar como presente de final de ano para essa sua escrava. Ele me beliscou a bunda com tanta vontade, que eu quase escalei a parede onde ele me colocou contra ela, mas eu não sentia dor nenhuma naquela hora (pelo menos o meu cérebro não entendeu os beliscões como dor). Eu queria tudo do meu Dono. Eu estava ali para ser Dele, ser usada por Ele e ser plena e feliz estando deste jeito, entregue ao meu Senhor. Mais tarde eu descobriria o efeito dos seus beliscões no meu corpo. Mas naquela hora eu estava anestesiada de tanta vontade que eu tinha Dele. Ele me perguntou se eu queria falar a palavra "vermelho". Mas nem de longe pensei nessa possibilidade. Eu tenho cada vez mais certeza que ele me conhece melhor do que eu mesma. Porque na hora eu me entrego e sinto, sem racionalizar nada dos meus sentimentos. Mas ele percebe as reações do meu corpo e da minha alma, as quais eu só irei me dar conta bem depois. Eu realmente me sinto muito segura com ele. Sinto que ele sempre foi meu Dono. Que realmente, quando eu nasci, eu já estava destinada à encontrar Ele e ser Dele, para sempre. Que eu já nasci possuindo a sua marca, de outras vidas.
Ele se colocou atrás de mim e me ordenou que eu ficasse na ponta dos meus pés. Me sentia embriagada Dele, fazendo com que eu sentisse uma leve tontura, como se meu mundo só pudesse girar na presença de meu Senhor. Foi uma mistura de êxtase e prazer. Gozei quando ele colocou sua mão no meio das minhas coxas (se eu não estivesse de jeans, ele teria sentido eu me molhar).
Me deu uma ordem: pegar o plug e entrega-lo pronto para meu Senhor fazer uso dele em mim. Ele o introduziu e me mandou ficar segurando com uma mão enquanto chupava e lambia seu pênis, o osso de sua cadela. E como eu estava com tanta saudade e vontade do meu osso. Gozei várias vezes enquanto estava com seu pênis na boca e o plug introduzindo em mim. Eu acredito que o plug anal me cause essa onda de prazer, porque na verdade imagino o Senhor ali, dentro de mim. É como se eu pudesse sentir Ele me penetrando e ao mesmo tempo eu estar com Ele em minha boca. Sei que pode parecer loucura ou até mesmo impossível de se sentir assim. Mas eu descobri que não existe impossível quando se trata de meu Dono, das sensações que Ele me provoca. Me senti mais sua cadelinha ainda, quando Ele me olhou e disse que me comportei, que eu merecia o prazer que Dom Enriko estava me proporcionando. Juro que se eu tivesse um rabinho no meu corpo, ele estaria abanando nessa hora. Foi assim que me senti. Feliz porque estava finalmente gozando, mas não só por isso. Eu estava contente em agradar meu Dono, tal qual uma cachorrinha, no cio por Ele.
Teve um momento em que ele me fez ficar olhando fixamente nos seus olhos. Sinto que Ele pode me ver, nas profundezas do meu ser. Sei que Ele consegue ver coisas em mim, que eu mesma não vejo. Sinto Ele me despindo a alma, toda a vez que faz isso (confesso que teve um instante em que eu cheguei a sentir uma certa vergonha, como se Ele tivesse visto algo em mim, como quando nos despimos a primeira vez na frente de uma pessoa e temos vergonha de nossas imperfeições, acho que foi algo parecido com isso). Cada vez é de uma forma mais e mais profunda, mais e mais marcante.
Ele me mandou ficar olhando para seu pênis, para eu o visse gozar. A sensação que eu senti nessa hora foi como se ali fosse uma fonte de prazer (minha e Dele) e que o aquele gozo era o produto de nós dois e não só Dele, assim como o meu gozo não é só meu. Meu gozo só consegue existir por causa de Dom Enriko. Ele virou algo inseparável de meu Dono, que não pode mais acontecer sem sua presença. Meu Senhor realmente domou meu corpo e minha alma e os tomou para Ele.
Eu estava de joelhos, apoiada no meu Senhor e no sofá. Entrei em estado de tremedeira incontrolável de meu corpo, que sempre faz questão de mostrar pro Dono que é todo Dele (mesmo eu tentando controlar essa reação - o que é em vão). Fiquei deitada no tapete, tentando recobrar as forças e que aquela tremedeira passasse, pelo menos um pouco. Meu dono chega e me pede para dar-lhe uma lambida na testa e apenas uma, mas eu sentia dentro de mim uma vontade enorme de lamber-lhe o corpo todo, como sinal de agradecimento pelos momentos de prazer que Ele havia me proporcionado (acho que eu não teria forças pra isso naquele momento exato, mas lembro de ter tido essa vontade dentro de mim). Meu dono foi para o chuveiro e eu permaneci ali no tapete, deitadinha e quietinha no chão, me sentindo mais do que completa, me sentia transbordando Dele dentro de mim. Talvez por isso eu tremesse tanto.
Foi muito intenso. Tanto que fez minha percepção de tempo se alterar nessa hora, fazendo com que o tempo se tornasse mais elástico, parecendo ter sido maior do que realmente foi. Acho que meu Dono além de me domar, também domou o tempo...

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