Venho aqui tornar público, que penso muito no meu Dono. Na forma como Ele me tem em Suas mãos. Que é muito forte o domínio que ele tem sobre meu corpo, mesmo sem fazer esforço pra isso.
Basta eu pensar nele, que minhas calcinhas ficam molhadas. E não tem hora e nem local pra isso. É como se meu corpo estivesse mandando uma mensagem, que absolutamente tudo a respeito dele faz meu corpo sentir prazer e demonstra pra mim, que eu sempre serei Dele e de mais ninguém.
Nunca tive que lavar tantas calcinhas... É uma vontade acumulada Dele dentro de mim!
Prazer, sou a cacau de Dom Enriko e este é meu blog, onde compartilho algumas de minhas experiências e iniciação como submissa de meu Senhor
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quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
Nossa masmorra
Estou na minha nova morada, no meu novo endereço... achei justo... é uma nova vida depois que conheci Dom Enriko... mas não pensem que são mudanças superficiais e materiais, são mudanças externas que demonstram a intensidade das mudanças que ocorrem dentro de mim. Eu me transformei e ainda continuo fazendo isso a cada dia. O Dom me despertou e tem esse poder sobre mim, de me transformar em uma pessoa melhor.
Não restou nenhum sentimento do tempo anterior, que eu vive nesse lugar. O apartamento transborda meu Dono e principalmente as emoções e sensações que eu tenho Dele. Realmente é uma vida nova pra mim. Eu sou uma mulher diferente daquela que deixou este lugar no passado, porque eu comecei uma nova vida a partir do dia em que conheci Dom Enriko e quero que ela seja inédita em todos os sentidos.
Eu estou muito animada e empolgada em transformar este local na masmorra do meu Senhor. Já consigo visualizá-la com outras cadelinhas... todas esperando pelo Dom. Claro que penso na masmorra como um super-herói, que tem sua identidade secreta oculta... assim será aqui... só se revelará a masmorra na presença de Dom Enriko. Só Ele terá esse poder de revelar este lugar, assim como só Ele tem o poder de me revelar, revelar quem eu realmente sou: sua serva.
Os móveis são outros... a disposição deles também é diferente... A cozinha se mantem da mesma forma, mas ali sempre foi um lugar só meu. Não tenho memórias de ninguém comigo nesse ambiente. Mas com certeza, terei muitas lembranças com o Dom. Ele já me disse que irá cozinhar um dia para mim. Nossa! Sinto arrepios só de lembrar disso... de imaginar ele ali na cozinha. Acho sexy homem na cozinha e tenho certeza que vou gozar só de olhar pra Ele ali (isso sem contar que terei uma visão do seu bumbum... algo que eu adoro Nele).
E por falar em cozinha... o Dom me deu uma sugestão para resolver o problema da geladeira que não abriria a porta no lugar onde ela estava alocada. Confesso que não usei a sugestão Dele, mas que foi a partir dela que eu tive a minha ideia e conseguiria deixar a geladeira na cozinha, perdendo apenas uns 30 centímetros da sala. Uma solução bem razoável e que me deixava contente, pois assim eu conseguia visualizar a sala da masmorra com outras cadelinhas, além de mim. Eu tenho uma mesa elástica, que pode chegar até 2 metros de comprimento (ideal para quando o canil estiver cheio) e que fica pequena no dia a dia (ou para quando o Dono me presentear com sua presença aqui). Nessa mesa eu costumo colocar uma rosa branca, num pequeno vaso. Ela é a representação da submissão dentro de mim... que eu sempre estou a desabrochar para o Dom.
Eu consigo imaginar Dom Enriko sentado à mesa e eu ao seu lado, no chão, aguardando pelo meu agrado, pelo meu osso, recebendo comida da mão do Dono enquanto Ele me segura pela coleira.
O sofá se transforma em cama. O que pode ser bem interessante para o caso de outra serva do Dom necessitar passar a noite aqui (não necessariamente para dormir...). Providenciei um tapete felpudo, que fica embaixo e a frente do sofá. Ai... como eu gosto de ficar sentada nesse tapete e apoiar os meus braços no sofá, ou mesmo ficar deitada nele. Já tive muitos pensamentos com o Dom, estando sobre esse tapete. Me agrada a ideia de estar no chão e acabo ficando excitada toda vez que a minha mente se liberta e meu corpo sente o Dono, mesmo Ele não estando fisicamente aqui. Sua presença está marcada aqui e ela exerce sua força sobre mim... Sempre.
Agora, o quarto... teremos uma cabeceira toda de ferro, preta e com uma rosa no meio. Além de todo o significado que isso tem, também se torna uma possibilidade do Dom usá-la para prender sua serva ali. Ele sabe que eu fico louquinha quando Ele faz isso... que no fundo, eu estar sendo presa por Ele representa que eu estou entregue à Ele incondicionalmente e integralmente de corpo, alma e coração. Acredito que seja por isso que eu fico tão excitada quando Ele faz isso comigo.
Mandei fazer o guarda-roupa do quarto (que hoje só conta com a cama, caixas e sacolas num canto, com minhas roupas, sapatos...). Acontece que, no projeto, pedi para fazerem uma parte toda com chave. Essa chave ficará de posse de Dom Enriko. Esse será um local 100% Dele (o lugar mais legal da casa, pelo menos eu acho...). Ali ficarão dispostos os acessórios. Pedi para revestir internamente toda essa parte, de vermelho. Contará com gavetas, cabideiro e também alguns ganchos na parte interna das portas, para que o Senhor tenha a visão de tudo aquilo que estará a sua disposição, sejam acessórios ou sua serva, ambos na sua mão.
Eu ainda tenho outras ideias, que eu nem mencionei ainda com o Dom. Eu quero que Ele tenha surpresas comigo (claro que irei discuti-las com Ele sempre). Aprendi que as minhas vontades para acontecerem, tem que primeiro se transformar em vontades do Dom, caso contrário, elas não existirão. Com isso, eu sinto que eu faço parte Dele, mas que principalmente Ele preenche meu ser e é por isso que eu sinto tanta falta Dele, mas também sinto Ele comigo mesmo na sua ausência física.
Tomar o corpo de alguém pra si pode ser fácil, mas corpo e alma... ter alguém 100% para você não é algo para qualquer um. Mas o Dom faz parecer tão fácil fazer isso comigo. Arrisco dizer que Ele me tem 110%, porque já está pegando 10% de mim, da minha próxima vida, para me marcar com sua nela também e assim podermos nos reencontrar.
E por falar em cozinha... o Dom me deu uma sugestão para resolver o problema da geladeira que não abriria a porta no lugar onde ela estava alocada. Confesso que não usei a sugestão Dele, mas que foi a partir dela que eu tive a minha ideia e conseguiria deixar a geladeira na cozinha, perdendo apenas uns 30 centímetros da sala. Uma solução bem razoável e que me deixava contente, pois assim eu conseguia visualizar a sala da masmorra com outras cadelinhas, além de mim. Eu tenho uma mesa elástica, que pode chegar até 2 metros de comprimento (ideal para quando o canil estiver cheio) e que fica pequena no dia a dia (ou para quando o Dono me presentear com sua presença aqui). Nessa mesa eu costumo colocar uma rosa branca, num pequeno vaso. Ela é a representação da submissão dentro de mim... que eu sempre estou a desabrochar para o Dom.
Eu consigo imaginar Dom Enriko sentado à mesa e eu ao seu lado, no chão, aguardando pelo meu agrado, pelo meu osso, recebendo comida da mão do Dono enquanto Ele me segura pela coleira.
O sofá se transforma em cama. O que pode ser bem interessante para o caso de outra serva do Dom necessitar passar a noite aqui (não necessariamente para dormir...). Providenciei um tapete felpudo, que fica embaixo e a frente do sofá. Ai... como eu gosto de ficar sentada nesse tapete e apoiar os meus braços no sofá, ou mesmo ficar deitada nele. Já tive muitos pensamentos com o Dom, estando sobre esse tapete. Me agrada a ideia de estar no chão e acabo ficando excitada toda vez que a minha mente se liberta e meu corpo sente o Dono, mesmo Ele não estando fisicamente aqui. Sua presença está marcada aqui e ela exerce sua força sobre mim... Sempre.
Agora, o quarto... teremos uma cabeceira toda de ferro, preta e com uma rosa no meio. Além de todo o significado que isso tem, também se torna uma possibilidade do Dom usá-la para prender sua serva ali. Ele sabe que eu fico louquinha quando Ele faz isso... que no fundo, eu estar sendo presa por Ele representa que eu estou entregue à Ele incondicionalmente e integralmente de corpo, alma e coração. Acredito que seja por isso que eu fico tão excitada quando Ele faz isso comigo.
Mandei fazer o guarda-roupa do quarto (que hoje só conta com a cama, caixas e sacolas num canto, com minhas roupas, sapatos...). Acontece que, no projeto, pedi para fazerem uma parte toda com chave. Essa chave ficará de posse de Dom Enriko. Esse será um local 100% Dele (o lugar mais legal da casa, pelo menos eu acho...). Ali ficarão dispostos os acessórios. Pedi para revestir internamente toda essa parte, de vermelho. Contará com gavetas, cabideiro e também alguns ganchos na parte interna das portas, para que o Senhor tenha a visão de tudo aquilo que estará a sua disposição, sejam acessórios ou sua serva, ambos na sua mão.
Eu ainda tenho outras ideias, que eu nem mencionei ainda com o Dom. Eu quero que Ele tenha surpresas comigo (claro que irei discuti-las com Ele sempre). Aprendi que as minhas vontades para acontecerem, tem que primeiro se transformar em vontades do Dom, caso contrário, elas não existirão. Com isso, eu sinto que eu faço parte Dele, mas que principalmente Ele preenche meu ser e é por isso que eu sinto tanta falta Dele, mas também sinto Ele comigo mesmo na sua ausência física.
Tomar o corpo de alguém pra si pode ser fácil, mas corpo e alma... ter alguém 100% para você não é algo para qualquer um. Mas o Dom faz parecer tão fácil fazer isso comigo. Arrisco dizer que Ele me tem 110%, porque já está pegando 10% de mim, da minha próxima vida, para me marcar com sua nela também e assim podermos nos reencontrar.
segunda-feira, 15 de janeiro de 2018
Irmã de coleira
Hoje resolvi escrever sobre os sentimentos que minha possível primeira irmã de coleira me despertou.
Inicialmente senti um ciúmes tremendo e que quase incinerou minha alma. Eu não sabia absolutamente nada sobre ela. O Dom até sugeriu que eu falasse com ela, que eu ia me sentir melhor. Só que eu estava me consumindo por dentro somente pelo fato de ficar sabendo que o meu Dono estava falando com outra... que haveria uma nova sub em sua história.
Naquela mesma noite eu consegui aquietar meu coração (Dom Enriko permaneceu junto comigo o tempo todo) e procurei ver os fatos com a maior objetividade possível. Tentei usar a razão. Não é tarefa fácil, mas foi necessário para o meu crescimento e aprendizado.
Alguns dias após, Dom Enriko voltou a falar desta mulher e que provavelmente iríamos nos conhecer. Me perguntou como eu me sentia a respeito. Naquele exato momento, os sentimentos de ciúmes estavam apaziguados em mim, mas eu tinha medo de que voltassem a declarar guerra novamente dentro de mim. Eu realmente acreditava que numa próxima vez seria de uma forma mais branda (até porque pior do que aquele dia... eu não iria suportar e acredito que o Dom também não, além de ficar decepcionado com sua serva, de eu não ter evoluído nada).
Era cedo da manhã quando o Senhor entrou em contato. Eu estava pós plantão noturno e estava numa ferragem naquele momento. Ele conversou gentilmente comigo e num determinado momento falou que iria fazer um grupo de bate papo de nós três. Senti uma pontinha de nervoso na hora, mas confiei no Dom e em mim mesma (afinal de contas eu não estaria ali sozinha, Dom Enriko estaria junto).
Ele pediu para nos apresentarmos e falarmos sobre a submissão em nós. Eu comecei (claro, após pagar as coisas no caixa e sentar em um café, ali dentro da loja mesmo). Era um grupo de bate papo, onde eu tinha que escrever... e aconteceu o que sempre acontece quando eu escrevo: eu me liberto e vejo as coisas com mais clareza. Ali não foi diferente. Conheci uma mulher com uma história de vida interessante e não precisou muito pra eu sentir empatia por ela. Mesmo de forma virtual. Mesmo a distância. Encontrei algumas singularidades e até algumas semelhanças com ela (como o Dono havia dito).
Ele marcou nosso encontro. Naquela altura da conversa eu já estava animada com a idéia de conhecê-la.
A única coisa que ela disse, que me deixou preocupada, foi que ela queria mais atenção por ser sua primeira vez com o Dom. Ele sabe tudo de mim. Ele também sabia que eu já tinha uma experiência com outra mulher junto, em um trio. Ele conhecia o fato de que eu praticamente acabei ficando de fora da brincadeira naquela oportunidade. Lógico que eu fiquei com receio disso se repetir novamente. Falei com o Dom, que acalmou meu espírito nessa hora e me fez aumentar ainda mais a confiança nele.
Acabou que nosso encontro à três não aconteceu naquele momento. Eu desconfiei que ela estivesse pouco a vontade com o fato de nos encontrarmos a três. Pedi para Dom Enriko para falar no privado com ela.
Ali eu a conheci de uma maneira mais profunda ainda e senti uma enorme vontade de conhecê-la pessoalmente. Tanto que não me importaria se o Dom fosse sozinho ao seu encontro, numa primeira oportunidade.
Aqui eu paro pra pensar no caminho que eu percorri. Do quanto eu melhorei nessa travessia. Não foi fácil. Admito isso. Teve momentos em que a água chegava quase no meu nariz e outros em que o mar se agitou, mas depois de um tempo estas águas foram ficando mais calmas. Eu percebi que quem as agitava era apenas eu... e mais ninguém. E quando as águas ficam calmas da pra ver os peixes nadando e ouvir os pássaros que sobrevoam por ali. Isso sem falar no vento... ahh o vento... ele que vem carregado de tantas sensações do Senhor.
Não é fácil lidar com estes sentimentos. Não é fácil imaginar uma irmã de coleira. Mas hoje eu sou simpática à ideia e já imagino como uma relação assim pode ser (tanto que eu tive um imprevisto com a minha geladeira - a sua porta não era reversível e onde eu a planejei seria impossível sua utilização ali, tendo que desloca-la para a sala, o que me frustrou pois esta solução estava atrapalhando a idéia criada na minha mente de como poderíamos interagir na masmorra).
Na verdade eu descobri que não estava perdendo Dom Enriko, mas que outra também o estava ganhando, além de mim. Acho que percebi que isso pode ser uma nova amizade a florescer. Nem sempre vai dar certo porque é buscar afinidade com mais pessoas ao mesmo tempo. Mas o Dom tem essa vontade e eu estou disposta a viver isso com Ele, de forma plena.
Quem sabe eu não descubra que não somos feitos de metades, mas sim de terços ou até de quartos... Não importa a fração. O que importa é o sentimento de se completar.
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
A bebê do Dono
Eu sempre tenho esperanças que Dom Enriko venha visitar sua serva, já que ele tem a chave da minha cela... me sinto assim... presa por Ele e para Ele. Mas é uma prissão voluntária, onde eu realmente estou entregue à Ele, no sentindo mais amplo que essa entrega possa ter.
Eu havia tido um sonho com meu Dono... sonhei que ele chegava e eu não estava pronta para servi-lo. Acordei de sobressalto e com o corpo todo suado, coração disparado e claro, com a minha boca seca de vontade Dele. Vi que ainda era cedo e como não tinha nenhum compromisso hoje, resolvi ficar pronta para o caso de Dom Enriko me presentear com sua presença.
Pensei bastante e acabei decidindo me vestir como sua bebê. Teve uma vez que ele me chamou assim... e eu gostei muito disso. Vesti um pijaminha de florzinhas que eu tinha, meias soquete até a altura do joelho e uma calcinha com estampa de coraçõezinhos e gatinhos que comprei especialmente para usar com meu Dono. Me fiz duas marias chiquinas e comecei minha rotina dentro de casa (que também é minha cela, nossa masmorra e o canil).
Arrumei algumas coisinhas dentro de casa (ainda estou em fase de arrumação da bagunça, por conta da mudança de endereço), mas está bem habitável, apesar de me faltarem algumas coisas e de alguns contratempos que fazem parte natural desse processo... e que no final rendem boas histórias no futuro.
Terminado alguns afazeres, resolvi ir para a cama e escrever. Sempre gostei de ler, mas principalmente de escrever... na minha adolescência era ali que eu liberava toda a minha imaginação, era como se eu libertasse a minha mente e ela pudesse voar. Uma vez eu escrevi uma história com direito a ilustração e tudo. Fiz cópia e entreguei para os meus melhores amigos da época da escola. Lembro que eles gostaram de lê-la... Mas saindo da sessão nostalgia e voltando ao meu Senhor...
Eu estava escrevendo sobre como foi a decisão da minha mudança de endereço, quando a porta do apartamento se abre e deixa entrar aquele quem eu mais desejo aqui comigo... tanto que chego a sonhar com ele... Meu Dono me fez uma surpresa e veio me ver. Ele não havia me dito que viria... e eu, claro que fiquei muito feliz e contente em vê-lo diante de meus olhos, que eu poderia sentir mais uma vez seu calor, seu cheiro, sua mão e a sua vontade de mim... assim como a minha vontade Dele, que já estava na estratosfera naquele momento. Eu sempre desejo muito o meu Senhor e chego a beirar o ridículo quando já começo a sentir a sua falta, mesmo antes Dele ir embora.
A nossa sessão foi diferente hoje. Eu nunca havia me vestido assim para encontra-lo. Foi um momento cheio de carinho e ternura (não me entendam mal, os outros também são repletos destes sentimentos, mas hoje foi diferente). Até a palmada que Ele me deu, foi diferente. Eu senti um Dono mais protetor ainda do que o de costume. Me senti de verdade sua bebê. Ele sempre me ensina o caminho que eu devo seguir e se eu faço algo errado ou piso fora da estrada, ele me chama a atenção... e eu fico muito mexida com isso (já até chorei uma vez... pois é... e nunca contei isso pra Ele... vai descobrir aqui pelo blog... mas não é porque escondo coisas Dele ou algo parecido, mas porque gosto de deixar algumas "novidades" para Ele ler aqui). E esse sentimento é na exata dimensão de quem faz alguma "arte" e precisa ser corrigida ou castigada. E isso não significa que Ele esteja sendo mau, bem pelo contrário, Ele está sendo bom (Ele é um ótimo Dono), fazendo com que eu permaneça junto, ao seu lado e fazendo seu bebê crescer de forma saudável e feliz (Ele é o meu primeiro Dono... mas sinto que será o único).
Nosso encontro hoje, fortaleceu esse sentimento que eu tenho para com meu Senhor. Eu senti que consegui avançar um pouco mais quando ganhei minha mamadeira... tanto que chegou a cair minha baba no chão do quarto e lágrimas saíram de meus olhos nessa hora (nem sei se meu Senhor percebeu, normalmente nada passa desapercebido do seu olhar). Mas eu não ganhei seu leitinho na boca dessa vez. Ele anunciou que iria colocá-lo na minha bunda.
Eu gozei duas vezes hoje, mas foi de uma forma tímida. Acredito que tenha sido pelo fato de eu me sentir realmente sua menina, sua bebê... que não me seria permitido gozar de forma intensa, justamente por conta dessa atmosfera que se criou. Mas não pensem que não foi... foi muito bom. E hoje, o timecare teve outra intensidade também. Eu senti mais o seu toque na minha pele... e também a sua pele através da ponta dos meus dedos. Consegui reparar em detalhes da anatomia dele, que eu ainda não tinha percebido, como as suas marquinhas no peito. Me enchi do seu cheiro, seu cheiro de macho e de Dono de mim.
Eu sempre crio as minhas expectativas e eu curto muito isso. Já aprendi a não sofrer se elas não se realizam. Hoje, por exemplo, não se realizou uma "breve" expectativa que eu carrego comigo. Na realidade, superou... porque meu Dono gozou também na minha calcinha e isso acabou se transformando num presente para mim, pois pude guarda-la por um tempo e ainda poder sentir o cheiro de nós dois, que ficou impresso nela.
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
Identificada na rua
Hoje eu iria encontrar com meu Dono. Ele não me pediu, mas eu quis usar uma bijuteria que também é uma coleira (dessas que estão se usando hoje em dia porque está na moda).
Eu desci e fiquei esperando meu Senhor, já do lado de fora do prédio, na calçada, como uma boa cadelinha a espera do seu Dono, afinal eu não podia deixar Ele esperando por mim.
Eu estava bem feliz pois iria passear com Ele, mas enquanto aguardava-o ansiosamente... passou um homem por mim e disse "Pelo visto você já tem Dono" e me olhou de cima à baixo. Eu não consegui olhar para ele e fiquei cheia de vergonha e também tímida nessa hora. Ele não foi desrespeitoso comigo, por isso mesmo imaginei que ele fosse do meio BDSM. Isso não é algo comum que a gente escuta na rua. Me senti nua nessa hora, porque ele sabia que eu tinha um Dono, que eu era posse de um Dom.
Eu não me senti com vergonha porque eu não quisesse que as pessoas soubessem que sou entregue à Dom Enriko... não é nada disso. Me senti nua porque outro homem (provavelmente) tenha conseguido ver por debaixo da minha pele e visto o que eu realmente sou... a serva de meu Senhor.
Dai eu penso "eu nem estava usando uma coleira social com a marca de meu Dom, era apenas uma bijuteria dessas de lojinhas a preços populares... imagina com vai ser quando eu tiver a coleira com a marca registrada de posse, de propriedade de meu Senhor".
Vivemos em uma sociedade que vive de aparências e que julga as pessoas o tempo todo, tentando fazer todos serem iguaizinhos para poderem se encaixar nas normalidades impostas por ela. Mas quando a gente para pra pensar que a sociedade é feita de nós mesmos, seres humanos... como permitimos isso? Pessoas desmerecendo pessoas. Julgando a vida de cada um como se a sua vida fosse um exemplo a ser obrigatoriamente copiado e seguido por todos a sua volta, mas que muitas vezes, quando vemos essa vida tão certinha mais de perto, percebemos que ela (na maioria das vezes) não passa de uma vida de aparências.
Eu sempre vou escolher ser feliz, do que me encaixar nos padrões. Prefiro ter meu próprio padrão e tentar ser uma pessoa única nessa vida.
Eu desci e fiquei esperando meu Senhor, já do lado de fora do prédio, na calçada, como uma boa cadelinha a espera do seu Dono, afinal eu não podia deixar Ele esperando por mim.
Eu estava bem feliz pois iria passear com Ele, mas enquanto aguardava-o ansiosamente... passou um homem por mim e disse "Pelo visto você já tem Dono" e me olhou de cima à baixo. Eu não consegui olhar para ele e fiquei cheia de vergonha e também tímida nessa hora. Ele não foi desrespeitoso comigo, por isso mesmo imaginei que ele fosse do meio BDSM. Isso não é algo comum que a gente escuta na rua. Me senti nua nessa hora, porque ele sabia que eu tinha um Dono, que eu era posse de um Dom.
Eu não me senti com vergonha porque eu não quisesse que as pessoas soubessem que sou entregue à Dom Enriko... não é nada disso. Me senti nua porque outro homem (provavelmente) tenha conseguido ver por debaixo da minha pele e visto o que eu realmente sou... a serva de meu Senhor.
Dai eu penso "eu nem estava usando uma coleira social com a marca de meu Dom, era apenas uma bijuteria dessas de lojinhas a preços populares... imagina com vai ser quando eu tiver a coleira com a marca registrada de posse, de propriedade de meu Senhor".
Vivemos em uma sociedade que vive de aparências e que julga as pessoas o tempo todo, tentando fazer todos serem iguaizinhos para poderem se encaixar nas normalidades impostas por ela. Mas quando a gente para pra pensar que a sociedade é feita de nós mesmos, seres humanos... como permitimos isso? Pessoas desmerecendo pessoas. Julgando a vida de cada um como se a sua vida fosse um exemplo a ser obrigatoriamente copiado e seguido por todos a sua volta, mas que muitas vezes, quando vemos essa vida tão certinha mais de perto, percebemos que ela (na maioria das vezes) não passa de uma vida de aparências.
Eu sempre vou escolher ser feliz, do que me encaixar nos padrões. Prefiro ter meu próprio padrão e tentar ser uma pessoa única nessa vida.
Presente para o Dono
Meu Dono não havia me pedido esse presente em especial, mas me falou da vontade de trocar o celular, pois já estava dando alguns problemas e isso acabava por dificultar a nossa comunicação em alguns momentos. O momento financeiro não está fácil pra ninguém, mas está mais difícil para o meu Senhor do que para mim. Ele até brincou comigo uma vez e disse que achava que eu iria da-lo de natal. Na verdade, eu já tinha vontade de presenteá-lo sim, mas resolvi esperar para saber se ele iria me pedir mesmo, já que Ele não tinha ideia se eu teria condição de comprar isto pra ele, já que é algo mais caro.
Peguei um caderno e um lápis e fui fazer minhas contas. Minhas projeções de gastos futuros e ver se me sobrava esse valor para conseguir agradar meu Dono. Vi que sim, além do fato de normalmente eu estar trocando o meu celular por esta época. Decidi que eu ficaria mais um tempo com o meu celular (afinal ele não era tão velho assim, só não gostei da mudança de marca mesmo, mas nada que não se ajuste e se adapte ou que inviabilize a nossa comunicação).
Contei pra Ele, que apertando o orçamento daria pra comprar, que era só não ter gastos não programados. Aqui tivemos um problema de comunicação e meu Senhor entendeu que eu estava dizendo para Ele apertar os seus gastos. Imagina! Eu teria que ser punida (e muito) se tivesse tido esta intenção com Ele. Mas esclarecemos este erro na nossa comunicação e fomos as compras.
Eu iria passear com o Dono em um shopping da cidade. Eu estava muito feliz. Eu pensava na roupa que iria vestir e acabei colocando um vestido, mas não coloquei a minha calcinha. Eu queria fazer uma surpresa para meu Dom.
Ele me passou o horário em que eu deveria estar pronta, mas meu telefone tocou uns minutos antes desse horário. Peguei minha bolsa e desci correndo, pois pensava que o Dono já estava me esperando lá embaixo. Lembro de ter ficado imaginando sua cara de bravo pra mim e até conseguia visualizar o pé Dele batendo no chão, mas que na verdade se traduzia em vontade de estar batendo em mim, por não estar pronta antecipadamente e já lhe esperar como a cadelinha que sou. Mas Ele estava me avisando que já estava próximo. Nessa altura, eu já me encontrava na calçada, esperando ansiosamente por Ele.
Eu tenho uma séria dificuldade com modelos de carros, tanto que, quando eu cheguei na rua pensei que Ele estava estacionado na quadra de cima e quase fui em direção à esse carro. Só não fui porque Ele me informou que estava no caminho.
Eu não tenho o hábito de roer as unhas quando fico nervosa, mas sim de colocar a ponta da unha e até do dedo na boca. Mas não é aquele nervoso normal, é um nervoso bom... da expectativa... da antecipação de viver algo bom. Isso invade o meu ser e eu me sinto feliz desse jeito, me sinto ascender por dentro.
Meu Dono passou por mim e estacionou na rua. Eu não reconheci o seu carro, porque achava que era outro modelo. Eu olhei para onde Ele estava, mas não o reconheci. Eu uso óculos e tenho dificuldade de enxergar de longe, dai junta o meu déficit de atenção para com os carros... Só tive certeza que era Ele, quando ele praticamente colocou metade do seu corpo pra fora da janela. Fui em sua direção, feliz e apavorada ao mesmo tempo, pois eu o fiz ficar esperando por mim, justamente o que eu não desejava que acontecesse de forma nenhuma. Ele perguntou o que tinha acontecido e eu respondi. Ele foi compreensivo comigo, sendo o ótimo Dono que ele é. Eu tenho tanta sorte de tê-lo como Dono. Eu agradeço por isso todos os dias.
Ao chegar no shopping, contei para o Senhor, que eu estava sem calcinha por baixo do vestido e Ele levantou minha saia, ali dentro do caro para conferir. A saia desse vestido era bem cumprida, eu queria ter ido com uma menor, mas como estava em fase de mudança, não achei a que eu queria usar...
Já dentro do shopping, começamos a pesquisar os preços nas lojas. Fomos em todas as que podiam vender celulares. Confesso que eu não espera por isso, mas eu gostei muito dessa atitude Dele. Demonstra que ele se preocupa comigo.
Dessa vez eu sempre procurei ficar ao seu lado direito e um pouco atrás Dele. Só que acontecia uma coisa engraçada quando a gente ia andar em alguma escada rolante Ele fazia eu ficar na sua frente. Achei estranho aquilo, pois não era essa a orientação que Ele havia me passado da última vez, mas nem ousei questionar. Depois eu descobri que era para Ele ver se dava pra enxergar se eu estava sem calcinha... Dai eu me afastei ainda mais Dele, para ele testar isso, mas não dava por conta da minha saia ser muito comprida. Quem sabe numa próxima oportunidade!
Aproveitei e sugeri que já saíssemos com o celular todo equipado, com película e capa, para não correr o risco de estragar nos primeiros dias de uso. Na verdade esse é o mesmo cuidado que eu tenho quando compro um celular para mim.
Fiquei feliz e senti prazer em presentear Dom Enriko, pois sabia que isso era algo que Ele estava precisando e que também usaria todos os dias.
Na volta, ele me deixou numa rua próxima do apartamento (o trânsito é um quebra-cabeças ali onde moro) e eu dei um leve suspiro, pois estava chegando ao fim o presente que Ele me dá: sua presença fisicamente. Acho que ele percebeu isso... mas eu tive uma surpresa Dele nessa hora. Ele pegou meu rosto e virou para junto Dele. Me deu um beijo e algumas mordidinhas. Eu tentei colocar a minha língua dentro da boca do meu Senhor e de imediato Ele a mordeu, como se estivesse me mandando a mensagem de que eu não tinha autorização para fazer aquilo. Foi muito bom aquele beijo. Ele me permitir sentir o calor dos seus lábios junto dos meus. Fiquei em êxtase. Desci do carro e fui caminhando até o apartamento (coisa de uma quadra), com um sorriso estampado na face e grata por essa experiência.
Meu Dono sempre me surpreendendo. Adoro isso Nele.
Peguei um caderno e um lápis e fui fazer minhas contas. Minhas projeções de gastos futuros e ver se me sobrava esse valor para conseguir agradar meu Dono. Vi que sim, além do fato de normalmente eu estar trocando o meu celular por esta época. Decidi que eu ficaria mais um tempo com o meu celular (afinal ele não era tão velho assim, só não gostei da mudança de marca mesmo, mas nada que não se ajuste e se adapte ou que inviabilize a nossa comunicação).
Contei pra Ele, que apertando o orçamento daria pra comprar, que era só não ter gastos não programados. Aqui tivemos um problema de comunicação e meu Senhor entendeu que eu estava dizendo para Ele apertar os seus gastos. Imagina! Eu teria que ser punida (e muito) se tivesse tido esta intenção com Ele. Mas esclarecemos este erro na nossa comunicação e fomos as compras.
Eu iria passear com o Dono em um shopping da cidade. Eu estava muito feliz. Eu pensava na roupa que iria vestir e acabei colocando um vestido, mas não coloquei a minha calcinha. Eu queria fazer uma surpresa para meu Dom.
Ele me passou o horário em que eu deveria estar pronta, mas meu telefone tocou uns minutos antes desse horário. Peguei minha bolsa e desci correndo, pois pensava que o Dono já estava me esperando lá embaixo. Lembro de ter ficado imaginando sua cara de bravo pra mim e até conseguia visualizar o pé Dele batendo no chão, mas que na verdade se traduzia em vontade de estar batendo em mim, por não estar pronta antecipadamente e já lhe esperar como a cadelinha que sou. Mas Ele estava me avisando que já estava próximo. Nessa altura, eu já me encontrava na calçada, esperando ansiosamente por Ele.
Eu tenho uma séria dificuldade com modelos de carros, tanto que, quando eu cheguei na rua pensei que Ele estava estacionado na quadra de cima e quase fui em direção à esse carro. Só não fui porque Ele me informou que estava no caminho.
Eu não tenho o hábito de roer as unhas quando fico nervosa, mas sim de colocar a ponta da unha e até do dedo na boca. Mas não é aquele nervoso normal, é um nervoso bom... da expectativa... da antecipação de viver algo bom. Isso invade o meu ser e eu me sinto feliz desse jeito, me sinto ascender por dentro.
Meu Dono passou por mim e estacionou na rua. Eu não reconheci o seu carro, porque achava que era outro modelo. Eu olhei para onde Ele estava, mas não o reconheci. Eu uso óculos e tenho dificuldade de enxergar de longe, dai junta o meu déficit de atenção para com os carros... Só tive certeza que era Ele, quando ele praticamente colocou metade do seu corpo pra fora da janela. Fui em sua direção, feliz e apavorada ao mesmo tempo, pois eu o fiz ficar esperando por mim, justamente o que eu não desejava que acontecesse de forma nenhuma. Ele perguntou o que tinha acontecido e eu respondi. Ele foi compreensivo comigo, sendo o ótimo Dono que ele é. Eu tenho tanta sorte de tê-lo como Dono. Eu agradeço por isso todos os dias.
Ao chegar no shopping, contei para o Senhor, que eu estava sem calcinha por baixo do vestido e Ele levantou minha saia, ali dentro do caro para conferir. A saia desse vestido era bem cumprida, eu queria ter ido com uma menor, mas como estava em fase de mudança, não achei a que eu queria usar...
Já dentro do shopping, começamos a pesquisar os preços nas lojas. Fomos em todas as que podiam vender celulares. Confesso que eu não espera por isso, mas eu gostei muito dessa atitude Dele. Demonstra que ele se preocupa comigo.
Dessa vez eu sempre procurei ficar ao seu lado direito e um pouco atrás Dele. Só que acontecia uma coisa engraçada quando a gente ia andar em alguma escada rolante Ele fazia eu ficar na sua frente. Achei estranho aquilo, pois não era essa a orientação que Ele havia me passado da última vez, mas nem ousei questionar. Depois eu descobri que era para Ele ver se dava pra enxergar se eu estava sem calcinha... Dai eu me afastei ainda mais Dele, para ele testar isso, mas não dava por conta da minha saia ser muito comprida. Quem sabe numa próxima oportunidade!
Aproveitei e sugeri que já saíssemos com o celular todo equipado, com película e capa, para não correr o risco de estragar nos primeiros dias de uso. Na verdade esse é o mesmo cuidado que eu tenho quando compro um celular para mim.
Fiquei feliz e senti prazer em presentear Dom Enriko, pois sabia que isso era algo que Ele estava precisando e que também usaria todos os dias.
Na volta, ele me deixou numa rua próxima do apartamento (o trânsito é um quebra-cabeças ali onde moro) e eu dei um leve suspiro, pois estava chegando ao fim o presente que Ele me dá: sua presença fisicamente. Acho que ele percebeu isso... mas eu tive uma surpresa Dele nessa hora. Ele pegou meu rosto e virou para junto Dele. Me deu um beijo e algumas mordidinhas. Eu tentei colocar a minha língua dentro da boca do meu Senhor e de imediato Ele a mordeu, como se estivesse me mandando a mensagem de que eu não tinha autorização para fazer aquilo. Foi muito bom aquele beijo. Ele me permitir sentir o calor dos seus lábios junto dos meus. Fiquei em êxtase. Desci do carro e fui caminhando até o apartamento (coisa de uma quadra), com um sorriso estampado na face e grata por essa experiência.
Meu Dono sempre me surpreendendo. Adoro isso Nele.
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
A mudança
Eu já não suportava a distância que me separava de meu Dono e o fato disso dificultar nossos encontros. Morávamos em cidades diferentes, que não eram vizinhas e com um trânsito infernal entre elas, tornando impossível transformar minha morada em nossa masmorra (pelo menos, da forma e intensidade como eu imaginava).
Essa distância significava privação de contato com meu Senhor e eu decidi que não seria mais assim. Eu estava disposta a locar um lugar próximo de meu Dono (Ele era simpático a essa ideia, na verdade Ele sugeriu certa vez), só pra poder ficar disponível para Ele.
Pesquisava lugares para locação, mas arcar com o valor do aluguel pesaria bastante no meu orçamento. Resolvi que apertaria com outros gastos meus para me sobrar este valor. Eu estava disposta a seguir em frente com meu plano. Eu sentia isso como uma necessidade dentro de mim e pensava: "vou deixar de gastar com algumas bobagens e gastar com aquilo que realmente é importante pra mim... aquilo que não consigo mais viver sem". Sim, me sentia entregue ao meu Senhor e tendo a certeza de que todo o restante é dispensável em minha vida (claro, sem contar as necessidades básicas de todo ser humano).
Inicialmente, imaginei manter duas casas, pois trabalho na cidade onde morava e também tinha o fato de eu possuir duas cachorrinhas e não me agradava nada a ideia de privá-las de acesso ao pátio. Elas já estavam bem adaptadas com esse estilo de vida e de rotina. Como eu trabalho dez plantões noturnos por mês, eu tinha pensado em me dividir da seguinte maneira durante os trinta dias do mês: 10 noites no trabalho, 10 noites na atual casa e 10 noites na nossa masmorra. Seria um esquema complicado e até certo ponto cansativo (e caro), mas eu não me importava. Eu queria muito isso, desejava com todas as minhas forças e vontade de concretizar isso.
Há pouco menos de dois anos atrás, eu morava na mesma cidade de meu Dono (pois é... foi preciso eu ir pra longe, para gente se encontrar... mas são coisas do destino eu acho... não era pra ter acontecido antes... e olha que Ele me contou que trabalhava na quadra do meu apartamento, enquanto eu ainda morava ali, mas isso é outra história). Só que eu acabei me mudando para a cidade onde eu trabalhava para ficar mais perto do trabalho e também da família. Esse apartamento seria um local mais acessível para meu Dono, mas já estava locado.
Contudo, meu Dono me mandou eu não tomar nenhuma decisão sozinha a respeito desse assunto. Parece que ele já me conhecia. Eu queria logo resolver isso. Eu estava ansiosa demais para ficar junto Dele. Ansiosa por levar as opções de lugares que levantei, para que Ele escolhesse a que mais lhe agradaria. Pois não é que o destino se encarregou mais uma vez de nos dar uma mãozinha. O inquilino do meu antigo apartamento esta devolvendo o imóvel, antes do prazo. Não tenho nem como expressar a imensa alegria que senti na hora, mas o apartamento não era meu, era dos meus pais (apesar de eu ter vivido nele por quase 20 anos da minha vida e meus pais sempre se referirem à ele como meu). Eu ainda teria que conversar com meus pais para voltar para lá e teria que pensar em algo para justificar a minha volta já que eles não sabiam nada a respeito da minha servidão pelo meu Senhor. Minha mãe ficou feliz com meu retorno, meu pai ficou descrente e minha irmã ficou triste. Ela chegou inclusive a dizer que iriam mudar de Estado. Eu sei que ela falou isso como uma tentativa de que eu permanecesse lá, mas infelizmente eu também não tive o convívio que eu esperava com a minha família e o fato de eu retornar à capital não significava que eu os estava abandonando ou algo parecido. Muitas vezes temos parentes/pessoas próximas fisicamente de nós, mas que estão longe emocionalmente... e no final, o que é mais importante? O que tem mais valor para cada um? Uma relação rotineira e vazia ou uma relação esporádica e repleta de sentimentos, sem nenhum tipo de distração quando acontecem os encontros?
Claro, falei com meu Dono a respeito dessa minha ideia de mudança para o antigo apartamento antes de falar com qualquer membro da minha família. Eu realmente não tomo decisões (principalmente as dessa magnitude) sem o consentimento do meu Senhor.
A decisão estava tomada e autorizada. Agora era organizar o andamento dos procedimentos necessários à minha mudança de endereço, mas o final de ano complicava um pouco o "aceleramento" dessas etapas. E é engraçado como cada pessoa percebe o tempo à sua volta. Minha família achou que eu me mudei muito rápido. Eu e meu Senhor, não achamos isso. Pra mim, parecia uma eternidade.
Acabei mandando reformar o meu sofá e já pedi para que entregassem na minha nova moradia. Então nós teríamos a disposição de imediato: uma cozinha, um sofá cama e um banheiro com chuveiro. Eu não precisava de mais nada! Só da presença de meu Dono e que Ele aprovasse o local para ser nosso. E sim, Ele aprovou! Lógico que eu fiquei mega feliz com sua aprovação.
Consegui marcar minha mudança para logo depois do ano novo. Lembro-me de ficar ansiosa demais com a minha ida para o apartamento. Eu já nem conseguia mais dormir direito de tanta vontade dentro de mim de mudar logo. Eu pensava no fato de eu ficar à disposição do meu Dono. Para que Ele viesse me ver na hora em que Ele quisesse. Daí aqui eu paro e penso que a única explicação para tamanha vontade e prazer em servi-lo só pode mesmo ser ao fato da gente já ter vivido isso em outras vidas. Eu sempre me considerei uma pessoa romântica, mas eu sinto algo muito diferente com Ele. Chego a sentir que nós já tivemos essa fase em uma outra vida, pois eu não sinto a menor necessidade de ter uma relação assim com Ele. Parece que esta vida está completando uma vida nossa, que foi incompleta no passado. Além do fato, que o romantismo de outras relações minhas, nem se compara ao que eu sinto com Dom Enriko. Me sinto completa e feliz como nunca em toda esta minha vida. Sei lá... pode até parecer bobagem, mas são esses os sentimentos que eu tenho. E não pensem que pelo fato de eu não sentir a necessidade do romance com o Dono, que não exista paixão. Existe muita! Na verdade o combustível da minha vida é a paixão. Eu faço absolutamente tudo movido à paixão. Por exemplo, sou apaixonada pela minha profissão e sinto que ela é perfeita para mim. Até porque se não fosse, eu procuraria outra coisa pra fazer na vida. Não suportaria acordar todos os dias e não sentir tesão em ir trabalhar. E é assim que eu encaro tudo na minha vida. E também não pense que é paixão "fogo de palha", pois eu me conheço muito bem, quando se refere àquilo que me move.
Chegou a manhã da mudança para o apartamento. Me enchi daquele sentimento de "uma nova fase na minha vida está começando", que toda mudança sempre carrega. Eu nunca tive medo do novo ou de desafios. Isso faz a gente crescer e deixa a gente em movimento. Eu considero essas coisas, boas. Não era uma grande mudança em termos de pertences, mas com certeza era a maior mudança da minha vida - a mais significativa. Apesar de poucos pertences, eu estava indo para poder pertencer... pertencer de uma forma ainda mais intensa à Dom Enriko, o Dono de mim.
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